Crise no STF: tiraram o processo do relator. E agora, quem julga?
Resumo
Episódio piloto, só em vídeo. Nenhuma das autoridades citadas foi condenada, denunciada ou indiciada.
Em 15 de setembro de 2026, o STF se reuniu em sessão extraordinária para decidir se autorizava a investigação de um dos seus próprios ministros. Um pedido de vista parou o julgamento, e o processo tende a sair das mãos do relator. Para quem vai? E quem decide?
Neste piloto: o que aconteceu na sessão, o que estava em julgamento e por que, em 135 anos de Supremo, nunca houve uma investigação de ministro nem um rito escrito para isso. E a comparação com Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, com o melhor argumento contra tudo o que eu digo.
Capítulos
- 00:00O relator perdeu o processo. Para quem vai?
- 00:50O que aconteceu na sessão
- 04:00Dois ministros saíram. E sobram cinco
- 07:00O que estava em julgamento
- 08:30Não é esquerda contra direita, e eu provo
- 11:00Moraes, Toffoli e Flávio: os três graus de prova
- 16:00Sete meses guardado, um dia antes do feriado
- 18:00De quem era o dinheiro
- 21:00135 anos, zero investigações
- 23:00Em 2022, o STF disse que isso é inconstitucional
- 26:00Quem decide quem está impedido
- 29:00O melhor argumento contra tudo o que eu disse
- 30:00A Alemanha resolveu isso em 1951
- 34:00O ministro que escreveu 416 páginas sobre isso
- 37:00O código de ética que ainda não existe
- 38:30O que vem agora
- 41:00Isso não é escândalo. É defeito de projeto
Neste episódio
- a sessão extraordinária de 15 de setembro de 2026 e o pedido de vista
- por que o processo tende a mudar de relator, e quem decide quem está impedido
- 135 anos de Supremo sem nenhuma investigação de ministro
- a decisão de 2022 do próprio STF sobre o tema
- Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos: como outros países resolveram
- o código de ética que ainda não existe
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Conteúdo jornalístico e educacional. Não é propaganda eleitoral, não representa candidato, partido ou coligação.